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Você contratou 630 Mbps de internet e o técnico comentou que uma velocidade menor já daria conta do uso diário com celular, notebook, TV e até dispositivos IoT.
Mas afinal… isso é verdade mesmo? 🤔
Neste artigo, vamos explicar quanto cada equipamento consome, quando a internet realmente pesa e quem pode usar o máximo da sua banda em cenários específicos.
🔵 O que significa ter 630 Mbps de internet?
630 Mbps significa que sua conexão pode transferir até 630 megabits por segundo em condições ideais.
👉 Traduzindo para o uso real:
É uma internet de alto desempenho
Muito acima da média residencial
Capaz de atender vários dispositivos ao mesmo tempo
Mas… nem todos os aparelhos usam tudo isso.
🔵 Quanto cada dispositivo consome na prática?
Vamos aos números reais, baseados em testes e uso cotidiano.
📱 Celular (WhatsApp, Instagram, YouTube, TikTok)
Consumo médio:
Navegação e redes sociais: 1 a 5 Mbps
Vídeos em HD: 5 a 8 Mbps
Vídeos em 4K (raro no celular): até 25 Mbps
📌 Mesmo vários celulares juntos não saturam a rede.
💻 Notebook / Computador
Uso comum:
Navegação, e-mails, sistemas: 2 a 10 Mbps
Reuniões no Zoom / Teams: 5 a 10 Mbps
Downloads grandes: pode usar tudo que tiver disponível
👉 Aqui está o primeiro cenário onde velocidades maiores fazem diferença, especialmente em:
Downloads
Atualizações
Upload de arquivos grandes
📺 Smart TV (Netflix, YouTube, Prime Video)
Consumo típico:
Full HD (1080p): 5 a 10 Mbps
4K / Ultra HD: 15 a 25 Mbps por TV
📌 Duas TVs em 4K ao mesmo tempo ≈ 50 Mbps
Ainda muito longe dos 630 Mbps.
📷 Câmeras Wi-Fi
Consumo depende da qualidade:
HD: 1 a 2 Mbps
Full HD: 2 a 4 Mbps
Upload constante (para nuvem)
👉 Mesmo com 4 ou 5 câmeras, o consumo é baixo, mas contínuo.
📌 Eles não pesam na rede, mesmo em grande quantidade.
🔵 Então… uma internet menor daria conta?
Na maioria dos casos, sim.
Veja um cenário típico residencial:
Equipamento
Consumo aproximado
2 celulares
10 Mbps
1 notebook
10 Mbps
1 TV 4K
25 Mbps
2 câmeras Wi-Fi
6 Mbps
IoT diversos
< 1 Mbps
Total
≈ 52 Mbps
👉 Uma conexão de 100 a 200 Mbps já atenderia com folga.
🔵 Quem realmente pode usar o máximo da rede?
Alguns cenários conseguem consumir toda a banda disponível:
🚀 Downloads e uploads pesados
Jogos grandes
Atualizações do sistema
Backup em nuvem
Upload de vídeos
☁️ Cloud, home office e servidores
VPN corporativa
Acesso remoto
Sincronização constante
🎮 Games + downloads simultâneos
Não pelo jogo em si (jogos usam pouca banda)
Mas por downloads em segundo plano
🔵 Por que então contratar 630 Mbps?
Existem vantagens reais:
Mais pessoas usando ao mesmo tempo
Downloads muito mais rápidos
Menor chance de lentidão
Melhor desempenho em horários de pico
Preparação para o futuro
📌 Velocidade alta não é só sobre consumo, mas sobre conforto e estabilidade.
🔵 O verdadeiro gargalo muitas vezes não é a internet
Muita gente culpa a velocidade, mas o problema costuma ser:
Roteador fraco
Wi-Fi mal posicionado
Equipamentos antigos
Interferência
Rede mal configurada
👉 Uma internet rápida não compensa um Wi-Fi ruim.
🔵 Conclusão: 630 Mbps é muito?
✔️ Para a maioria das casas, é mais do que suficiente
✔️ Em muitos casos, 200 ou 300 Mbps já resolveriam
✔️ Mas 630 Mbps oferece folga, conforto e futuro garantido
PostgreSQL
vs SQL Server: Análise Comparativa Completa dos SGBDs
Introdução
No cenário atual de gerenciamento de dados, a escolha do Sistema de
Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD) adequado é uma das decisões mais
críticas para o sucesso de projetos tecnológicos. PostgreSQL e Microsoft
SQL Server representam duas filosofias distintas: o caminho open-source
orientado pela comunidade versus a abordagem comercial integrada ao
ecossistema proprietário.
Este artigo apresenta uma análise comparativa abrangente entre
PostgreSQL e SQL Server, baseada em artigos técnicos, benchmarks
recentes e experiências relatadas por usuários que utilizam essas
tecnologias no dia a dia.
1. Histórico e Evolução
PostgreSQL
O PostgreSQL teve origem em 1986 na Universidade da Califórnia,
Berkeley, sendo lançado pela primeira vez em 1989. Desenvolvido sob
licença open-source, o projeto mantém lançamentos regulares desde então.
A versão atual é o PostgreSQL 17.4, com o PostgreSQL 18 no horizonte
para 2025. O projeto mantém suporte oficial para versões anteriores por
cinco anos após o lançamento inicial.
SQL Server
Desenvolvido pela Microsoft, o SQL Server foi lançado inicialmente em
1989. A versão mais recente, SQL Server 2025 (17.x), representa a
atualização mais significativa da plataforma em uma década,
posicionando-se como um banco de dados preparado para IA. As versões
anteriores continuam recebendo suporte desde o SQL Server 2012 em
diante, com suporte estendido de 10 anos e opção de extensão premium por
até 16 anos.
2. Licenciamento e Custos
PostgreSQL
Como software open-source sob a Licença PostgreSQL (aprovada pela
Open Source Initiative), o uso do PostgreSQL é completamente gratuito
para qualquer finalidade, incluindo aplicações comerciais. Não há custos
de licenciamento, eliminando o risco de sub-licenciamento e
proporcionando liberdade perpétua de uso sob o PostgreSQL Global
Development Group.
Segundo análise de Total Cost of Ownership (TCO) em 5 anos, o
PostgreSQL apresenta custos apenas com hardware e gerenciamento,
enquanto soluções comerciais podem ser até 5 vezes mais caras.
SQL Server
O SQL Server está disponível através de licença comercial, com
modelos de licenciamento por núcleo ou servidor + CAL (Client Access
License). A Microsoft oferece duas edições principais:
Standard Edition: A partir de $3.586 (para dois
núcleos)
Enterprise Edition: A partir de $13.748 (para dois
núcleos)
Modelo Server + CAL: $899 pelo servidor + $209 por
usuário
Uma versão gratuita está disponível para estudantes e desenvolvedores
para fins de aprendizado e testes.
3. Características Técnicas
e Recursos
Arquitetura e
Extensibilidade
PostgreSQL se destaca por sua arquitetura altamente
extensível:
Suporte a tipos de dados personalizados através do sistema de
extensões
Foreign Data Wrappers (FDW) permitindo conexão com fontes de dados
externas
Multi-Version Concurrency Control (MVCC) para acesso concorrente
eficiente sem bloqueios de leitura
Point-in-Time Recovery (PITR) permitindo restauração para qualquer
momento
Suporte nativo a JSON e JSONB para dados semi-estruturados
SQL Server oferece:
Integração profunda com o ecossistema Microsoft (Azure, Active
Directory, Power BI)
Recursos avançados de Business Intelligence nativos
SQL Server 2025 introduz tipo de dados vetorial nativo e indexação
DiskANN para aplicações de IA
Suporte a T-SQL (Transact-SQL) com recursos procedurais
avançados
Tipos de Dados
O PostgreSQL oferece uma gama mais ampla de tipos de dados
especializados:
Tipos geométricos e geográficos (via extensão PostGIS)
Arrays nativos
Tipos especializados como hstore, ltree, citext
UUID nativo
Tipos de intervalo de tempo e data avançados
O SQL Server possui tipos de dados robustos, incluindo:
Tipo geography nativo para dados geoespaciais
XML nativo
Tipos de dados hierárquicos
Suporte a vetores (introduzido no SQL Server 2025)
Conformidade com Padrões SQL
O PostgreSQL é altamente conforme aos padrões SQL:2008, suportando a
maioria dos tipos de dados incluindo BOOLEAN, NUMERIC, INTEGER, DATE,
VARCHAR, TIMESTAMP, INTERVAL e CHAR. O sistema é ACID-compliant e
oferece suporte completo para views, foreign keys, triggers, joins e
stored procedures em várias linguagens.
O SQL Server utiliza T-SQL, uma implementação proprietária que
estende o padrão SQL com recursos adicionais, mantendo compatibilidade
com ANSI SQL.
4. Performance e Benchmarks
Resultados de Testes
Comparativos
Benchmarks recentes demonstram diferenças significativas de
performance entre os dois sistemas:
PostgreSQL: - Em testes com consultas complexas em
tabelas com 1 milhão de registros, o PostgreSQL executou consultas
SELECT com COUNT e AVG em 2,3 segundos - Para consultas SELECT básicas,
o tempo de execução variou entre 0,6ms e 0,8ms - Consultas com cláusula
WHERE executaram em 0,09ms a 0,13ms - O mecanismo MVCC proporciona
melhor performance em transações concorrentes
SQL Server: - Mesma consulta complexa executou em
3,8 segundos - Consultas SELECT básicas variaram entre 9ms e 12ms -
Consultas com WHERE executaram em 0,9ms a 1ms
Segundo estudos comparativos, o PostgreSQL demonstrou ser
aproximadamente 13 vezes mais rápido em operações de SELECT básicas e
cerca de 9 vezes mais eficiente em consultas com condições WHERE quando
comparado ao MySQL (frequentemente usado como baseline em
benchmarks).
Evolução de Performance
entre Versões
Testes comparativos entre versões do PostgreSQL (9.6 a 15)
demonstraram que atualizar para a versão mais recente pode resultar em
até 47,7% mais transações processadas no mesmo período, dependendo de
quão desatualizada está a implementação atual. Os testes com PostgreSQL
16 mostraram que a nova versão não apresenta regressões de performance
significativas em relação à versão 15.4, mantendo estabilidade com
pequenas melhorias incrementais.
Escalabilidade
PostgreSQL oferece escalabilidade horizontal através
de: - Particionamento de tabelas - Sharding - Streaming replication -
Extensão Citus para clusters distribuídos
A escalabilidade do PostgreSQL é considerada mais amigável e
econômica, especialmente para startups e empresas de médio porte.
SQL Server tem capacidades de escalabilidade
horizontal menos diretas, sendo mais adequado para organizações com
orçamentos substanciais para infraestrutura de alta capacidade. O SQL
Server 2025 introduziu “Optimized Locking” para reduzir bloqueios em
ambientes de alta concorrência.
5. Experiência do Usuário e
Comunidade
PostgreSQL - Feedback da
Comunidade
Desenvolvedores que utilizam PostgreSQL frequentemente destacam:
Pontos Positivos: - Comunidade ativa e suporte
gratuito através de fóruns e extensões - Facilidade de instalação em
ambientes Linux - Documentação extensa e de alta qualidade -
Flexibilidade total sem vendor lock-in - Excelente para aplicações
cloud-native e estratégias multi-cloud
Casos de Uso Preferenciais: - Startups tecnológicas
e scale-ups que precisam de capital livre para desenvolvimento -
Aplicações que mesclam dados relacionais e documentos - Sistemas de
gerenciamento de conteúdo (CMS) como WordPress, Drupal e Joomla -
Plataformas de machine learning (para metadados e configurações) -
Serviços financeiros que requerem compliance ACID para OLTP
SQL Server - Feedback da
Comunidade
Usuários do SQL Server relatam:
Pontos Positivos: - Interface muito amigável e fácil
de usar - Integração perfeita com ferramentas Microsoft (Visual Studio,
Power BI, .NET) - SQL Server Management Studio (SSMS) oferece ambiente
padronizado e gerenciável - Suporte confiável da Microsoft - Recursos
robustos de backup automático - Excelente para reporting e análise de
dados
Desvantagens Relatadas: - Custos de licenciamento
podem ser proibitivos conforme a escala aumenta - Ajuste de performance
pode ser intensivo em recursos - Problemas ocasionais de compatibilidade
com ecossistemas não-Microsoft
Casos de Uso Preferenciais: - Empresas .NET com
investimento pesado no framework Microsoft - Cargas de trabalho pesadas
de Business Intelligence e análise de dados - Aplicações centradas em IA
(com recursos de vetor do SQL Server 2025) - Organizações que já
utilizam extensivamente Azure e Power BI
6. Segurança e Compliance
PostgreSQL
Controles de acesso granulares
Suporte a SCRAM-SHA-256 para autenticação (mais seguro que MD5)
Row-Level Security (RLS) para segmentação de permissões
Criptografia via extensão pgcrypto
Requer configuração de pg_hba.conf para restrições baseadas em
IP
Comunidade ativa identifica e corrige vulnerabilidades
regularmente
SQL Server
Integração com Microsoft Entra ID
Suporte a TDS 8.0 para segurança aprimorada (SQL Server 2025)
Detecção de anomalias orientada por IA para identificar atividades
incomuns
Frameworks de conformidade regulatória mais automatizados
Recursos nativos mais robustos para detecção avançada de
ameaças
7. Tendências e Evolução
Futura
PostgreSQL
O PostgreSQL está ganhando cada vez mais recursos empresariais e
opções de suporte comercial, mantendo sua filosofia open-source.
Tendências incluem:
Aceleração do ciclo de inovação com lançamentos anuais
principais
Crescente adoção empresarial e redução de dependência de
fornecedores comerciais
Expansão de ferramentas de IA e integração com frameworks
modernos
Melhorias contínuas em performance e escalabilidade
SQL Server
O SQL Server está se tornando mais aberto e flexível:
Suporte a Linux e containerização (desde 2017)
Integração profunda com Azure e serviços cloud
SQL Server 2025 posicionado como banco de dados preparado para
IA
Foco em automação e gerenciamento orientado por IA
8. Popularidade e Adoção no
Mercado
Segundo dados da Statista de junho de 2024:
SQL Server: Terceiro SGBD mais popular mundialmente
com 26,63% de market share
PostgreSQL: Quarto lugar com 17,51% de market share
estimado
Ambos os sistemas continuam inovando e desenvolvendo-se, mantendo-se
competitivos e relevantes às necessidades empresariais em evolução.
Conclusão: Qual Banco
de Dados se Destaca?
Baseado na análise de artigos técnicos, benchmarks e experiências de
usuários, é possível identificar pontos fortes distintivos em cada
solução:
Quando o PostgreSQL se
Destaca
1. Custo-Benefício Superior - Zero custos de
licenciamento - ROI significativamente maior para empresas que investem
o capital economizado em desenvolvimento - Ideal para startups,
scale-ups e organizações com orçamentos limitados
2. Performance em Cenários Específicos - Consultas
complexas e grandes datasets mostram vantagem clara do PostgreSQL -
Melhor performance em ambientes com alta concorrência de transações -
MVCC proporciona eficiência superior sem bloqueios de leitura
3. Flexibilidade e Independência - Liberdade total
de vendor lock-in - Ideal para estratégias multi-cloud e cloud-native -
Extensibilidade incomparável através do sistema de extensões
4. Comunidade e Inovação - Comunidade global ativa e
engajada - Ciclo de inovação acelerado com releases anuais -
Documentação de alta qualidade e recursos gratuitos abundantes
5. Versatilidade Técnica - Suporte superior a dados
heterogêneos (relacional + JSON) - Tipos de dados especializados e
customizáveis - Melhor escolha para aplicações modernas que mesclam
diferentes paradigmas
Quando o SQL Server se
Destaca
1. Integração com Ecossistema Microsoft - Sinergia
perfeita com Azure, Active Directory, Power BI e .NET - Produtividade
maximizada para equipes .NET - Menor curva de aprendizado em ambientes
Microsoft
2. Business Intelligence e Analytics - Recursos
nativos superiores para BI - Integração com Power BI e Microsoft Fabric
cria stack analytics poderoso - Ideal para manufatura, finanças e varejo
com necessidades intensas de reporting
3. Suporte Empresarial Robusto - Suporte comercial
confiável da Microsoft - SLAs empresariais e garantias de tempo de
atividade - Menor risco percebido por gestores corporativos
4. Recursos Específicos de IA (SQL Server 2025) -
Tipo de dados vetorial nativo e indexação DiskANN - Aplicações RAG
inteiramente dentro do banco de dados - Vantagem clara para aplicações
centradas em IA e busca semântica
5. Ferramentas de Gerenciamento - SQL Server
Management Studio (SSMS) oferece ambiente integrado maduro - Ferramentas
de profiling e monitoramento robustas - Facilidade de governança para
grandes organizações
Pontos Importantes - O
Veredito Final
Com base em evidências de benchmarks, feedback de usuários e análise
técnica, o PostgreSQL emerge como a escolha superior para a
maioria dos cenários modernos pelos seguintes motivos
críticos:
1. Economia Comprovada: Sem custos de licenciamento,
o PostgreSQL pode economizar centenas de milhares de dólares em projetos
empresariais, com TCO até 5 vezes menor.
2. Performance Documentada: Benchmarks
consistentemente demonstram que o PostgreSQL executa consultas complexas
65% mais rápido e operações básicas até 13 vezes mais rápidas que
alternativas comerciais.
3. Liberdade Estratégica: A independência de
fornecedor único permite flexibilidade estratégica incomparável,
essencial em um mundo multi-cloud.
4. Inovação Sustentável: Com releases anuais e uma
comunidade global ativa, o PostgreSQL demonstra velocidade de inovação
superior, ganhando recursos empresariais enquanto mantém sua essência
open-source.
5. Versatilidade Técnica Real: A capacidade de lidar
nativamente com dados relacionais e JSON, tipos customizados e extensões
especializadas faz do PostgreSQL a escolha natural para aplicações
modernas.
Exceção Importante: SQL Server mantém vantagem
decisiva em organizações profundamente investidas no ecossistema
Microsoft, cenários de BI intensivo com Power BI, e aplicações centradas
em IA que podem aproveitar os novos recursos vetoriais do SQL Server
2025.
Recomendação Geral: Para a grande maioria das
organizações — especialmente startups, empresas tecnológicas, projetos
cloud-native e organizações buscando reduzir custos mantendo capacidades
enterprise — o PostgreSQL representa a escolha mais inteligente,
versátil e economicamente viável para gerenciamento de dados em
2025 e além.
A decisão final deve considerar o contexto específico de cada
organização, mas as evidências apontam claramente: PostgreSQL oferece
uma combinação superior de performance, custo-benefício e flexibilidade
que o torna a primeira escolha para a maioria dos casos de uso
modernos.
Fontes Consultadas: Este artigo foi elaborado com
base em análises técnicas de Bytebase, EDB, Airbyte, Astera, Kinsta,
HakunaMatata Tech, DZone, PlanetScale, MDPI Journal, Crunchy Data, entre
outros, além de reviews de usuários em plataformas como Capterra e
Software Advice, e documentação oficial dos projetos PostgreSQL e
Microsoft SQL Server.
Você já se deparou com aquele erro difícil de rastrear no código, mas não sabia como encontrar exatamente onde ele estava estourando? Se você está com dificuldades para identificar falhas na sua aplicação, este artigo é para você!
Ao longo deste conteúdo, vamos explorar métodos simples e eficientes para descobrir e corrigir erros no seu código diretamente pela IDE. Com estas técnicas, você vai aprender a localizar rapidamente problemas, entender as mensagens de erro e melhorar sua produtividade.
🔵 Por Que Usar a IDE Para Encontrar Erros no Código?
Com o uso adequado dessas ferramentas, muitos erros podem ser identificados e corrigidos ainda durante a escrita do código, antes mesmo de você rodá-lo.
🔵 Métodos Fáceis Para Identificar Erros no Código
1️⃣ Usando a Depuração (Debugging)
O debugger é uma das ferramentas mais poderosas em qualquer IDE. Ele permite que você faça uma pausa no código enquanto ele está sendo executado, inspecione as variáveis e caminhe pelas linhas de execução.
✔️ Como usar:
No IntelliJ IDEA ou Visual Studio Code, você pode clicar no ponto em que deseja parar (o chamado breakpoint).
Durante a execução, o código será interrompido no ponto do breakpoint, permitindo que você analise o estado da aplicação.
O debugger é essencial quando você não sabe exatamente onde o erro está ocorrendo, mas tem uma boa ideia de qual parte do código está envolvida.
2️⃣ Observando os Logs de Erro
Muitas vezes, as mensagens de erro são um banco de dados valioso de informações sobre onde o código falhou.
✔️ Como usar:
Verifique os logs de erro gerados pela IDE ou pelo próprio framework (como Spring, Django, Node.js).
Leia a stack trace com atenção. Ela geralmente inclui o nome do arquivo, número da linha e a exceção que foi gerada.
Dica de ouro:Nunca ignore os logs! Mesmo que a mensagem de erro pareça confusa à primeira vista, ela pode apontar diretamente para o local do erro no código.
Erros de runtime são mais difíceis, pois só aparecem quando o código é executado. Utilize o debugger, logs e testes unitários para detectá-los.
🔵 Ferramentas e Recursos Adicionais
Além dos métodos já mencionados, algumas IDEs oferecem ferramentas extras que podem ser úteis no processo de depuração e correção de erros:
Testes Unitários: Use ferramentas como JUnit (Java), pytest (Python) ou Jest (JavaScript) para garantir que seu código funciona corretamente em pequenas unidades.
Live Templates e Snippets: Salve trechos de código comuns para acelerar o processo de desenvolvimento e evitar erros.
Plugins de Integração Contínua: Ferramentas como Jenkins ou GitHub Actions podem realizar análises automáticas e detectar falhas no código sempre que uma alteração é feita.
🔵 Conclusão: Melhore sua Eficiência na Identificação de Erros
A capacidade de encontrar rapidamente os erros no código é uma das habilidades mais valiosas de um programador. Com a ajuda da sua IDE, depuração, logs e outras ferramentas, você pode economizar tempo, evitar frustração e aumentar sua produtividade.
Além disso, bons hábitos de codificação, como usar análise estática e escrever testes automatizados, vão te ajudar a evitar muitos erros desde o início.
Senhas fortes, antivírus atualizado, cuidado com links suspeitos - a maioria das pessoas conhece essas práticas básicas de segurança digital. Porém, existe uma vulnerabilidade que passa despercebida pela maioria dos usuários: o chip do celular. E é justamente através dele que acontece um dos golpes mais silenciosos e devastadores da atualidade: o SIM Swap (ou troca de chip).
O que torna esse golpe particularmente perigoso é que ele não depende de você clicar em links maliciosos, baixar aplicativos suspeitos ou cair em conversas fraudulentas no WhatsApp. Em muitos casos, a vítima só percebe quando já perdeu o controle completo de suas contas digitais.
O Que é o Golpe do SIM Swap?
O SIM Swap é uma fraude onde criminosos conseguem transferir seu número de telefone para outro chip que fica em posse deles. O processo é simples, mas devastador: seu chip para de funcionar subitamente - sem sinal, sem ligações, sem internet móvel.
Muitas pessoas acreditam que se trata apenas de um problema temporário da operadora, mas a realidade é bem mais grave: o número foi sequestrado.
Por Que Seu Chip é Tão Valioso?
Hoje, o chip do celular funciona como a chave mestra da sua vida digital. É através dele que chegam:
Quando alguém toma o controle do seu chip, essa pessoa não precisa adivinhar suas senhas. Basta solicitar a recuperação de conta e receber todos os códigos de verificação no lugar de você.
Como Funciona o Golpe na Prática
O processo de execução do SIM Swap segue geralmente estas etapas:
1. Coleta de Informações
O criminoso reúne dados pessoais básicos sobre a vítima: nome completo, CPF, data de nascimento ou informações vazadas em sites.
2. Contato com a Operadora
Com esses dados em mãos, o golpista entra em contato com a operadora se passando pela vítima e solicita a troca do chip. Em alguns casos, o golpe acontece com ajuda interna, tornando a detecção ainda mais difícil.
3. Transferência do Número
O número é transferido para o chip que está com o criminoso. Neste momento, o chip original para de funcionar completamente.
4. Invasão de Contas
Com o número ativo, o golpista inicia a invasão sistemática:
Primeiro, acessa o e-mail usando a opção "esqueci minha senha"
Depois, invade as redes sociais
Por fim, tenta acessar aplicativos bancários
Em cada etapa, os códigos de verificação por SMS são recebidos pelo criminoso. Em poucos minutos, contas são invadidas, senhas são alteradas e o dono verdadeiro fica completamente bloqueado.
Mitos e Verdades Sobre o Golpe
Mito: "Só acontece com pessoas famosas ou ricas"
Realidade: O golpe atinge pessoas comuns todos os dias. Qualquer pessoa com informações básicas expostas pode ser vítima.
Mito: "Não uso SMS, então estou seguro"
Realidade: O problema não é conversar por SMS. O SMS se tornou a principal forma de verificação de identidade digital. Mesmo que você nunca leia mensagens, elas continuam sendo usadas como chave de segurança.
Mito: "Tenho senha forte, estou protegido"
Realidade: Com acesso ao seu número, o golpista não precisa descobrir sua senha. Ele simplesmente a redefine usando os códigos de recuperação.
Os Sinais de Alerta
O golpe do SIM Swap costuma dar um sinal claro, mas muitas pessoas ignoram ou demoram a reagir:
Principal Alerta: Seu celular perde o sinal completamente e não retorna. Não é ficar alguns minutos sem internet - é perder totalmente o sinal da operadora: sem ligações, sem SMS, sem dados móveis.
Se isso acontecer e você não estiver em um local sem cobertura, desconfie imediatamente. Este pode ser o exato momento em que seu chip foi transferido para outro aparelho.
Como se Proteger: Guia Completo de Segurança
1. Proteja Suas Informações Pessoais
Este é o ponto de partida. Quanto menos informações pessoais públicas, melhor.
Evite expor:
Data de nascimento completa
Nome completo da mãe
Endereço residencial
Rotina diária detalhada
Local de trabalho
CPF e documentos
O que parece um post inocente nas redes sociais é um prato cheio para golpistas. Essas informações são exatamente as utilizadas para convencer atendentes de operadoras.
2. Abandone o SMS Como Verificação Principal
A verificação em duas etapas por SMS fica vulnerável diante do SIM Swap. Se o golpista rouba seu número, passa a receber todos os códigos.
Solução: Substitua por aplicativos autenticadores que geram códigos dentro do próprio app. Eles não dependem do chip e continuam funcionando mesmo se o número for sequestrado.
Aplique isso em:
E-mail (Gmail, Outlook, etc.)
WhatsApp
Instagram e Facebook
Aplicativos bancários
Plataformas de investimento
Qualquer serviço com informações importantes
3. Fique Atento aos Sinais
Se seu celular perder o sinal de forma estranha:
Não espere para ver se volta sozinho
Não assuma que é apenas problema técnico
Aja imediatamente
Tempo é crucial nesta situação. Quanto mais você demora, mais tempo o golpista tem para causar danos.
4. Tenha um Plano de Ação de Emergência
Se suspeitar de SIM Swap:
Entre em contato IMEDIATAMENTE com sua operadora
Solicite o bloqueio do chip
Informe sobre a suspeita de fraude
Tente acessar suas contas principais de outro dispositivo
Altere senhas de serviços críticos
Registre um boletim de ocorrência
5. Configure o PIN do SIM (ESSENCIAL)
Esta é a proteção mais importante e ignorada pela maioria das pessoas.
Como Configurar o PIN do SIM: Passo a Passo Completo
O PIN do SIM é uma senha que protege o chip em si, diferente da senha de bloqueio da tela. Mesmo que alguém coloque seu chip em outro celular, ele não funcionará sem essa senha.
Passo 1: Ativar o PIN do SIM
Abra as Configurações do seu celular
Use a lupa de busca (geralmente no topo)
Pesquise por: "PIN do SIM", "bloquear chip", "bloquear cartão SIM" ou "configurar bloqueio do SIM"
Clique em "Alterar PIN do chip"
Ative a chavinha correspondente
Passo 2: Inserir o PIN Padrão da Operadora
Ao ativar, o sistema pedirá o PIN atual. Use o código padrão da sua operadora:
ATENÇÃO: Não deixe o PIN padrão! Ele é fácil de descobrir.
Volte para Configurações
Pesquise novamente por "PIN do SIM"
Clique em "Alterar PIN do chip"
Agora você pode definir seu próprio PIN
Escolha uma senha de 4 a 8 dígitos que você nunca esquecerá
⚠️ IMPORTANTE: Cuidados com o PIN
Nunca esqueça seu PIN: Se errar várias vezes, o chip será bloqueado
Guarde em local seguro: Anote em lugar físico e seguro
Não use sequências óbvias: Evite 1234, sua data de nascimento, etc.
Em caso de bloqueio: Será necessário contatar a operadora para desbloquear
Esta configuração cria uma camada extra de proteção direta no chip. Não depende de aplicativo, internet ou terceiros. É simples, rápido e extremamente eficaz.
O Que Fazer Se Você For Vítima
Se você já foi vítima do golpe:
Contate sua operadora imediatamente para bloquear o chip
Acesse suas contas de outro dispositivo e altere todas as senhas
Desative temporariamente contas que não conseguir acessar
Registre boletim de ocorrência
Notifique seu banco sobre o incidente
Alerte seus contatos sobre a invasão para evitar golpes em cadeia
Recuperar tudo dá trabalho, leva tempo e, em alguns casos, nem é possível. Fotos, contatos, contas e dinheiro podem simplesmente desaparecer.
Conclusão
O golpe do SIM Swap é traiçoeiro porque não avisa, não pede permissão e não faz barulho. Quando você percebe, sua vida digital já começou a desmoronar.
Seu chip não é apenas um pedaço de plástico - é sua identidade digital. Se alguém rouba essa identidade, o prejuízo pode ser devastador.
A boa notícia é que existem medidas simples e eficazes para reduzir drasticamente o risco. Configure o PIN do seu SIM hoje mesmo, revise suas configurações de segurança e proteja suas informações pessoais.
Proteja-se agora. Compartilhe este conhecimento. A segurança digital começa com informação.
Essa funcionalidade já existe no próprio sistema operacional e é uma excelente medida para aumentar a segurança, especialmente em ambientes corporativos, educacionais e laboratórios.
Criar uma Run Configuration no IntelliJ IDEA é uma etapa essencial para rodar projetos Java, Spring Boot, Kotlin e outras aplicações de forma organizada, rápida e profissional.
Neste guia atualizado para 2026, você vai aprender passo a passo, com exemplos práticos, como criar e salvar configurações de execução sem nunca perder suas preferências ao trocar de branch no Git.
🔥 O que é uma Configuração de Execução no IntelliJ?
Uma Run/Debug Configuration é um conjunto de parâmetros que definem como sua aplicação será executada:
Classe principal (Main class)
Argumentos de execução
Variáveis de ambiente
Diretório de trabalho
SDK utilizado
Perfis Spring
Flags especiais de testes
Argumentos de VM
Configurações salvas no projeto ou localmente
Ter essas configurações organizadas evita retrabalho e traz mais velocidade ao desenvolvimento.
🧭 1. Como Criar uma Configuração de Execução no IntelliJ (Passo a Passo)
Acesse o gerenciador de configurações
No canto superior direito do IntelliJ, clique na setinha ao lado do botão Run.
Clique em Edit Configurations….
Você verá a tela semelhante à da imagem:
Crie uma nova configuração
Clique no botão + (canto superior esquerdo).
Escolha o tipo de configuração:
Para projetos Java comuns
Selecione Application.
Para projetos Spring Boot
Selecione Spring Boot.
Para projetos Maven ou Gradle
Selecione:
Maven
Gradle
Dependendo da tecnologia usada.
Preencha os campos essenciais
Assim que você criar a configuração, o IntelliJ solicitará informações importantes.
Nome da configuração
Coloque um nome claro, como:
Rodar API Local
Execução DEV
Spring Boot – Perfil QA
Main Class
Clique no ícone de busca e escolha a classe que contém:
publicstaticvoidmain(String[] args)
Ou, no caso do Spring:
@SpringBootApplication
Module
Escolha o módulo correto do projeto (geralmente IntelliJ detecta sozinho).
🧪 2. Configurações Avançadas: Program Arguments, Environment Variables e Working Directory
Program arguments
Aqui vão argumentos que sua aplicação recebe na linha de comando.